Vídeo da NASA desmente ‘profecias’ maias sobre fim do mundo


NasaA Nasa tem certeza de que o mundo não vai acabar no dia 21 de dezembro de 2012 e faz questão de informar a todos sobre isso. A organização lançou um vídeo no qual explica os motivos pelos quais as supostas previsões maias de que a vida se extinguiria na data são falsas.
O vídeo recebeu um título que logo de cara mostra a opinião da Nasa: “Why the World didn’t End Yesterday”, que significa “Por que o mundo não acabou ontem”. O vídeo parte da premissa de que, se você o está assistindo no dia 22 de dezembro, é porque o planeta não foi destruído.
Em seguida, a entidade explica com riqueza de detalhes os motivos pelos quais as supostas ‘profecias’ dos maias não irão se concretizar.
Toda essa confusão, segundo a Nasa, deve-se ao calendário maia, que funcionaria como um odômetro de um carro. Ao zerar, como iria acontecer na fatídica data, ele deveria reiniciar a contagem, como acontece nos automóveis, e não simplesmente acabar com a vida no mundo. Assim, nenhuma das ruínas da antiga civilização contém informações sobre uma possível destruição do planeta.

A Nasa afirma que um grupo de cientistas organizou um Hangout do Google para discutir suas descobertas sobre o tema. Don Yeomans, chefe do programa de detecção de objetos próximos à Terra diz que não nenhum asteroide ou planeta se deslocando em direção à Terra.
Já a cientista Lika Guhathakurta diz que o Sol também não é um problema e que a atividade solar está dentro do normal.
A Nasa realmente está preocupada com a crença de que a data representará o fim da vida humana na Terra. No dia 28 de novembro, a agência realizou uma conferência para tratar do tema e ainda criou uma seção especial sobre isso em seu site oficial.
“Estamos fazendo isso porque muitas pessoas escrevem para a Nasa pedindo uma resposta. Em particular, estou preocupado com crianças que me escrevem dizendo que estão com medo, que não conseguem dormir, não conseguem comer. Algumas dizem que estão até pensando em suicídio”, afirmou o astrobiologista David Morrison, do Centro de Pesquisa Ames, da Nasa na ocasião.

Via Olhar Digital